Vestiu-se
para sair. Foi para o café, em “busca” de alguém com quem conversar. Ia com um
vestido branco e preto. Esteve lá vinte minutos e depois voltou para casa,
aborrecida, por ter de voltar a procurar alguém numa próxima ocasião.
Vestiu-se
para sair. Vestiu uns calçõesroxo-rouxinal-pequeno-das-caniças e uma camisa de manga curta
azul-céu-avermelhado, a sua roupa favorita. Quando saiu, apercebeu-se de que
estava a chover. Voltou para casa e foi ver televisão.
Olá, então, como está? …… Bem? Mas disseram-me que o António, o seu filho, tinha tido um acidente! …… Esta agora! …… Ouvi as vizinhas a falar! …… Peço desculpa, já que ninguém teve um acidente! …… Você? Foi você? …… Teve um acidente? …… Então ouvi mal …… Ia mesmo jurar que tinha ouvido dizer António, peço desculpa, Sr. Alónio, as melhoras para si e perdão para o seu filho António.
Vou produzir uma comemoração de um acontecimento na minha construção destinada à habitação no próximo dia da semana imediatamente a seguir à sexta-feira, às 15h.
Ele adquiriu uma peça de vestuário de tecido leve para tronco e braços de preço tão elevado que ficou no estado de uma entidade que não tem meios para pagar as suas contas.
Trazia um vestido verde-corvo-de-encontro-amarelo. Ficou furiosa por a amiga ter uma saia verde-rouxinol-pequeno-das-caniças. Ficaram zangadas por causa do ‘baton’ rosa-ruibarbo-dos-pobres que não compraram.